Após a calmaria ha de sempre vir à tempestade. Do mesmo jeito que uma enxurrada de tipos não fazem carta, uma andorinha não faz verão; o que não farão as marcas brancas de tinta no traseiro de uma vendedora de cachaça paulista?
Faz o mundo girar a inércia, ou o preconceito dos seus habitantes inertes? O faroeste paranaense mostra, na verdade quase ilustra, suas ilustres facetas regadas a cevada de Pensadores e Distintos Cavalheiros.
Não. Marcas de tinta não fazem artistas, tampouco verborragia Cavalheiros ou mesmo meros pensamentos Pensadores. A Poética Aristotélica se mostra atual, enquanto Chet Baker buzina uma corneta e o ganzá do jazz band batuca. Os mil naturais conflitos constituintes da herança da carne estão de férias. E porque a vida é agora, a morena sibila e o vapor de mercúrio nunca cessa suas promessas, levando este ALMEIRINDO que vos dita indagar: Valerá realmente à pena manchar outro guardanapo a tinta de caneta?
Guarde sim todo o rancor que puder, não se deixe seduzir por qualquer luz amarelada. Sempre concorde com seus próprios erros de concordância, e nunca, nunca julgue sem algum tipo especial de preconceito. Encha a cara, mas tome a alegria com o seu éter. Fique à vontade e acenda mais um Marlboro.