quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Violento Racista e Corrupto

Três Adjetivos que não escaparão a história, proferidos sobre uma nação de desdentados que planta mais soja do que pode comer por uns trocos em cunha estrangeira. Camisas aos pobres e Big Brother para as abastadas elites. Nestas verdes matas onde “os mais iguais que outros” são Tarzan e os restantes 180 milhões são Chitas, portando-se com a compostura e educação que lhes foi permitida.

Fazemos do assistencialismo uma ambição diária ao passo que nos tornamos AS.PO.NE.S de nós mesmos, visto que a obesa maquina publica já não se agüenta sobre as próprias pernas. Mais valia, nós termos queimado os nossos livros para destilar cachaça e baleias para nos iluminarmos ao invés de construir Itaipus e Angras para enriquecer poucos e manter o resto no séc. XVII por falta dos tostões que se opta por gastar em feijão preto e farinha ao invés de pagar a fatura da Eletropaulo.

Certo mesmo só Inácio dizendo o obvio como a ONU: Não! O estado não chega aonde o crime alcança, pois é corrupto (pra não dizer criminoso). Sim! Este país é violento racista e corrupto, à imagem do mundo onde se situa e das instituições que o governam.

É fácil analisar e criar razões e “porquês” convenientes à manutenção de sua posição e “status quo”. Difícil é banir a língua inglesa dos escritórios e programas idiotas de televisão. Acordar cedo nordestino, sertanejo para cortar mais uma safra de Anísio Santiago e plantar uma saca para gringo ver.

Triste é o fim de uma vida sem graça que começa quando se apaga o vapor de mercúrio, deita-se e levanta-se carente de uma digressão alcoólica. Tijolo por tijolo construir um teto para outros e alugar o seu próprio refugiando-se apenas em uma camisa alvinegra de um time de segunda, extrair os dentes em um dentista de sexta machucando assim o cérebro e convencendo o coração, já há muito, hemorrágico de que não vale a pena continuar trabalhando por esta causa perdida. Corrupto violento e racista como a realidade, patriotismo o escambau!

Hoje sem palavras de ordem sob o flúor da manhã.